TRAVEL DIARY - AMESTERDAM

08:30:00


Vou finalmente falar-vos da nossa viagem até a Amesterdão, ficamos 5 noites, apesar de no fim ter concluído que 4 seriam suficientes, e isto já incluindo com todas as atracções turísticas no centro da cidade. A verdade é que no início deste ano andávamos à busca de um local para as nossas férias e Amesterdão foi logo das primeiras a surgir, apesar de ser um país baixo e o calor não ser o seu forte decidimos apostar. Ah e preparem-se, porque por esta altura as máximas rondam os 17 graus e com probabilidade de chuva à mistura.

A preparação começou bem cedo, antes de comprar o guia turístico já andava no Google e Google Maps a pesquisar os locais para visitar. No entanto uma dica muito boa é descarregarem a aplicação Ulmon Amesterdam (mapa gratuito para qualquer cidade europeia) é óptima e pode ser usada em modo offline, foi assim que nos guiamos por toda a cidade a pé, não usamos uma única fez os transportes e assim conseguimos absorver melhor cada canto da cidade. 

Para além disto, ainda consultei alguns sites e blogs nomeadamente ao da Sara do blog Confessions of a Shopaholic e ainda me deu óptimas dicas cheias de boas referências, sendo que algumas irei partilhar aqui já de seguida. 


Partimos numa terça-feira e assim que aterramos no aeroporto de Schiphol reparámos que os “táxis” são na realidade autênticos Uber’s, na maioria eléctricos, neste caso Tesla’s (o que me surpreendeu e muito), a verdade é que a viagem foi bem confortável mas fica um pouco cara, 25/30 minutos de viagem até ao hotel (ir e vir) custaram quase 40€ cada.

Assim que deixamos as malas no hotel partimos à descoberta da cidade estávamos a cerca de 30 minutos de distância do centro (a pé) e claro, estávamos famintos por isso o nosso primeiro spot foi um café/restaurante bem fofo, Bagles & Beans onde servem pequeno-almoço, almoço e brunch, repleto de opções bem saudáveis. Energias repostas, vamos a isto.

Em direcção à cidade decidimos primeiramente visitar a famosa Madame Tussauds, honestamente pensei que o espaço fosse bem maior, e depois as Galerias Bijenkorf onde se pode encontrar algumas marcas de luxo já para não falar do luxuoso e enorme candelabro de tecto logo à entrada. Depois partimos à descoberta um pouco da cidade. O primeiro dia foi talvez dos dias que menos vimos estávamos um pouco cansados e ao final do dia resolveu chover (claro).

Uma grande aposta é fazer um passeio a barco pelo canal, nós escolhemos o Lovers Canal Cruises, fica bem perto da estação central de comboios, podem escolher passear durante o dia ou à noite, tem a duração de 1 hora é uma das formas mais agradáveis de conhecer a cidade e os seus canais e ainda dispõe de guia áudio (na versão brasileira) gratuito. Vale também dizer que AMS também tem um “Louvre” num formato um pouco mais pequeno, refiro-me ao Rijksmuseum está localizado na Praça dos Museus, tem uma larga colecção de arte onde podemos contemplar as obras mais famosas de Rembrandt, Van Gogh, etc. Ficamos lá cerca de duas horas e meia.


Continuamos a nossa visita e decidimos parar no Koninklijk Paleis Amesterdam mais precisamente o palácio real, de seguida passamos no Bloemenmarkt, mercado das flores, e por ali ficamos para almoço. Seguimos novamente a pé e paramos no Museu de Amsterdã onde a intenção é uma exposição num curto espaço de tempo e uma visão geral sobre a história da cidade.



Para jantar escolhemos (e recomendo) uma pizzaria, Pazzi (fomos dois dias seguidos) uma das mais conhecidas na zona e as melhores da cidade onde é preferível reservar para ter lugar à hora do jantar, fica na De Clercqstratt , 93, tem muita gente e poucas mesas. Mas a espera vale a pena, são mesmo óptimas. Outra boa opção é a YamYam Trattoria Pizzeria, um espaço muito agradável mais intimista que o anterior com óptimo staff e comida.


Continuando o roteiro turístico, não nos podia escapar o Van Gogh Museum, que inclui algumas das suas melhores obras-primas, logo depois decidimos descansar num dos jardins mais icónicos da cidade – Vondelpark.

Dá para ir a Amesterdão e não ir conhecer a casa onde viveu o famoso pintor Rembrandt. Fica mesmo por de trás da Red Light District. Mostra como a era a vida e trabalho do pintor que lá viveu entre 1639 e 1660. Sem palavras, tem de visitar.

Nos dois últimos dias achamos que queríamos fazer as coisas com outra calma, visitar museus mas também conhecer um pouco melhor cada recanto da cidade, ainda passamos pelo ainda passamos pelo Waterlooplein Market que acontece aos Sábados.


Pessoal, viva o Starbucks, lá é verdadeiramente vida! Nunca bebi tanto chocolate quente na minha vida, principalmente para aquecer um pouco e afastar o frio que sentia nas ruas. Por isso já sabem se forem em Setembro levem algumas peças de roupa e calçado apropriado.

Voltamos a Portugal num Domingo e vale sempre a pena dizer que a zona de segurança do aeroporto de Ams é um tanto apertada e confusa por isso convém estar no aeroporto com duas e meia de antecedência. Tirando isso valeu muito a pena a viagem a este pais baixo tão agradável e acolhedor. 

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